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A escola do futuro e a do passado.

Não é segredo para ninguém que a forma de obter conhecimento se transformou muito nos últimos anos, e que maneira tradicional de ensinar, conhecida ás vezes como escola, pouco evoluiu.

Enquanto uma reforma educacional de verdade não acontece, existe gente por aí mudando esse cenário. Um exemplo disso é o Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, que eu conheci pela Samara Werner, diretora do projeto e palestrante da 1ª edição do TEDxSP.

A ideia é estimular o conhecimento e a criatividade através das tecnologias de comunicação e informação, que gera inclusão social até por meio de games e redes sociais. Para conhecer mais sobre o trabalho da Suzana, indico esse link aqui.

Parecida com o Oi Futuro é a escola para crianças de NY Quest to learn, criada em 2006. Baseada em design e inovação, a q2l acredita que a interatividade é uma grande ferramenta para o ensino. O interesse das crianças pelas mídias digitais é um fato, e transformar isso em uma arma na hora de ensinar é uma escolha bem esperta.

Ao mesmo tempo em que o ensino deve sofrer uma “digitalização” das grandes, a notícia da inauguração da Escola de Xamãs no rio Aiari, no Amazonas, me chamou bastante a atenção. Com o apoio da Fundação para Estudos Xamânicos da Califórnia (EUA), a escola tem o objetivo de incentivar a prática do xamanismo tradicional, promovendo o cultivo de plantas medicinais e a arte xamânica.

Projetos como estes, tanto para recuperar uma cultura em risco, quanto para aproveitar um hábito já existente nos jovens e transformá-los em matéria para a educação são super bem-vindos. A dica é propagá-los o quanto for possível, para notícias assim se tornarem cada vez mais comuns no nosso dia-a-dia.