Um velhinho rabugento segurando com uma corda a sua casa pendurada com milhares de balões coloridos, acompanhado de uma criança japonesa gorda e nerd (leia-se MUITO FOFA), um cachorro que consegue falar graças a uma coleira especial e uma ave enorme de estimação, cheia de cores, feito um arco-íris. Eles estão em algum lugar remoto da América Latina fugindo de centenas de outros cachorros que também conseguem falar.
Ok, essa cena parece bem bizarra, mas se você assistir a UP, o filme da Pixar/Disney (Pixar na frente) que acabou de estreiar aqui no Brasil, tudo vai fazer muito sentido. Porque geralmente tem sido assim. E pior, há grandes chances de se apaixonar por qualquer um desses personagens que eu citei e sair com os olhos encharcados da sessão.
Não dá pra contestar, essa galera dos desenhos manda muito bem. E mesmo sem ser melhor que wall-e, UP é um ótimo filme da pixar. (e sim, isso quer dizer que a história do velhinho que voa com a sua casa amarrada em balões é incrível.)

Um velhinho rabugento segurando com uma corda a sua casa pendurada com milhares de balões coloridos, acompanhado de uma criança japonesa gorda e nerd (leia-se MUITO FOFA), um cachorro que consegue falar graças a uma coleira especial e uma ave enorme de estimação, cheia de cores, feito um arco-íris. Eles estão em algum lugar remoto da América Latina fugindo de centenas de outros cachorros que também conseguem falar.

Ok, essa cena parece bem bizarra, mas se você assistir a UP, o filme da Pixar/Disney (Pixar na frente) que acabou de estreiar aqui no Brasil, tudo vai fazer muito sentido. Porque geralmente tem sido assim. E pior, há grandes chances de se apaixonar por qualquer um desses personagens que eu citei e sair com os olhos encharcados da sessão.

Não dá pra contestar, essa galera dos desenhos manda muito bem. E mesmo sem ser melhor que wall-e, UP é um ótimo filme da pixar. (e sim, isso quer dizer que a história do velhinho que voa com a sua casa amarrada em balões é incrível.)

Esse casal é a minha referência kitsch da infância. Mais alguém aqui assistia Matilda?

Esse casal é a minha referência kitsch da infância. Mais alguém aqui assistia Matilda?

We live in Public, ganhador do último festival de Sundance, e com estréia marcada para 5 de abril em NY, é um documentário do diretor Ondi Timoner, que conta a história do visionário Josh Harris. Entre vários projetos, foi Harris quem criou, em 1993, o Pseudo.com, primeira rede de videos e audio para Web.

Mas o que chama mais a atenção na tragetória de Harris é a série de experimentos humanos, envolvendo tecnologia e mídia produzidas por ele. O mais famoso, que inclusive inspirou o título do documentário, é “Quiet: We Live in Public,” em que 100 participantes com roupas laranjas ficaram juntos durante um mês, vigiados o tempo todo por várias câmeras, comendo, tomando banho, fazendo sexo e indo ao banheiro.

Hoje em dia, depois de 9 edições do BBB, isso pode parecer um tanto normal para nós, mas o trabalho de Harris foi e é muito importante para o estudo do comportamento humano diante das câmeras, em um mundo onde as pessoas buscam se destacar, seja na TV, no twitter, facebook e por aí vai.

Comments
Comments